09/02/2026
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A Reforma Tributária passa a impactar a rotina das empresas em 2026, dando início à transição para o novo modelo de tributação do consumo até 2033. Nesta fase inicial, CBS e IBS terão alíquotas reduzidas e foco operacional, exigindo ajustes em sistemas, cadastros e emissão de notas, com impacto financeiro baixo, mas efeito direto na gestão.
Uma das mudanças mais sensíveis será o split payment, que separa automaticamente o imposto no momento do pagamento e o direciona ao Fisco. Isso exige maior controle do fluxo de caixa, já que o valor do tributo não transita pela conta da empresa. Erros cadastrais ou fiscais tendem a gerar efeitos em cadeia, sem possibilidade de correção posterior, reforçando a importância da qualidade das informações desde a origem.
Mesmo com a manutenção do Simples Nacional, pequenas empresas podem enfrentar pressão comercial de clientes que buscam créditos tributários. Em 2026, a prioridade deve ser organização interna, padronização fiscal e preparo tecnológico. Ajustes estruturais devem ficar para depois; quem organizar os dados agora reduz riscos e multas no futuro.
Fonte: Jornal Contábil
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